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QUAL A MELHOR FERRAMENTA DE BUSINESS INTELLIGENCE (BI) PARA O PROFISSIONAL DE MARKETING?

Uma das principais vantagens da utilização da mídia digital é a disponibilidade de dados que proporciona. É possível acompanhar de forma detalhada a performance de que as campanhas digitais estão desempenhando e tomar ações com agilidade para otimizá-las. Diante disso, existe um universo de obtenção de dados bem robusto e através de ferramentas apropriadas, esse universo pode proporcionar incríveis análises para obtenção de insights.

Por que usar ferramentas de BI no marketing digital?

 Estamos falando de dados com um nível de granularidade bem complexo, sendo detalhados por plataforma, formato, data, público, localização, dispositivo, etc. Com uma granularidade desse porte, as bases de dados se tornam extensas e o uso de planilhas nesse cenário se torna uma tarefa árdua, então surge a necessidade do uso de ferramentas de BI.

De maneira geral, as ferramentas de BI permitem a construção de dashboards interativos, possibilitando a rotina de acompanhamento de resultados mais prática e mais analítica.   

Quais as principais ferramentas de BI usadas no mercado?

Vamos explorar as ferramentas de BI mais aplicadas no marketing digital: Google Data Studio, Microsoft Power BI e Tableau. Iremos avaliar 4 critérios: conexões com fontes de dados, tratamento de dados, criação de visualizações e compartilhamento.

1. Google Data Studio

Conexões: a principal vantagem do Google Data Studio para o público de marketing é ter conexões nativas com as plataformas de mídia do próprio Google (Google Ads, Google Analytics, Display & Video 360, Campaign Manager 360). Também é possível se conectar a arquivos locais e databases do Google (BigQuery, MySQL). Para se conectar a outras plataformas, existem conectores desenvolvidos por parceiros, que possuem um período de teste gratuito e após isso, se tornam pagos.

Tratamento de dados: não é possível fazer cruzamentos de dados de diferentes origens e também não é possível fazer um tratamento dos dados, sendo necessário que já cheguem organizados para uso.

Visualizações: as possibilidades de visualização são básicas, contemplando os principais tipos utilizados. Para complementar, a interação entre filtros e seleções funcionam bem.

Compartilhamento: o compartilhamento dos dashboards é feito pelo link, na mesma lógica do Google Sheets ou Google Docs, podendo controlar a visualização para usuários específicos do Gmail.

2. Microsoft Power BI

Conexões: a ferramenta possui diversas possibilidades de conexões com arquivos locais e bases de dados online, além de conexão via API.

Tratamento de dados: o Power BI permite um tratamento de dados bem completo, utilizando o Power Query, onde é possível cruzar, estruturar e limpar fontes de dados.

Visualizações: as possibilidades de visualizações e interações são bem completas, permitindo criar gráficos simples ou gráficos mais complexos.

Compartilhamento: o compartilhamento dos dashboards na versão gratuita pode ser feito pela publicação na web, sendo gerado um link com o painel. Entretanto, não é possível fazer o controle de usuários nessa versão. Para o compartilhamento dos dashboards em ambientes privados e controlados, é necessário adquirir licenças pagas do Power BI.

3. Tableau

Conexões: a ferramenta possui diversas possibilidades de conexões com arquivos locais e bases de dados online, além de permitir o desenvolvimento de conectores personalizados.

Tratamento de dados: a versão gratuita do Tableau permite um tratamento de dados básico, sendo possível cruzar, estruturar e limpar fontes de dados. Entretanto, o Tableau Prep (versão paga) garante muito mais eficiência e agilidade na preparação dos dados.

Visualizações: as possibilidades de visualizações e interações vão das mais simples às mais avançadas, permitindo desenvolver visualizações personalizáveis e inovadoras.

Compartilhamento: o compartilhamento dos dashboards na versão gratuita é feito na galeria do Tableau Public, estando disponível para qualquer usuário da internet acessar. Para um compartilhamento privado, é necessário adquirir a licença do Tableau Online. O destaque no Tableau Online é o alto nível de interação com os dados, sendo possível configurar alertas nos dados e fazer consultas nas bases de dados usando uma linguagem amigável.

E qual ferramenta é a melhor?

Utilizando ferramentas como essas, a rotina de acompanhamento e análise de dados de mídia digital se torna muito mais ágil e completa. Destacamos que não há a melhor ferramenta. Existe a ferramenta mais apropriada para o nível de maturidade digital e do cenário de investimento de cada empresa. Sendo assim, todas contribuem para uma rotina data-driven e possibilitam extrair insights para otimizar resultados.

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[RELATÓRIO] – INSIGHTS E TENDÊNCIAS DE MÍDIA DIGITAL ÀS VÉSPERAS DA BLACK FRIDAY

O isolamento social provocado pela pandemia impulsionou uma forte digitalização da vida e, consequentemente, mudou a maneira como as pessoas consomem. Embora a próxima edição on-line da Black Friday seja a mais promissora da história para o comercio eletrônico, as marcas precisam levar em conta que o público de hoje não pretende se endividar, além de estar com a atenção voltada para determinados segmentos. Portanto, além da alta concorrência, os varejistas devem se deparar com um consumidor mais consciente e informado. Para ajudar as empresas na identificação das melhores oportunidades, nós na Zygon quantificamos as pessoas que estarão online e  com a intenção de fechar uma compra nos próximos dias.

“As marcas vão encarar uma altíssima concorrência pela visibilidade on-line. Calculamos que, em média, cada usuário interessado na Black Friday será impactado pelo menos 60 vezes por dia por anúncios entregues por meio de mídia programática”, revela Lucas Reis, CEO da Zygon. Especialista em marketing digital, ele explica que para conseguir chamar atenção num ambiente ultracompetitivo, as empresas terão que entregar alta relevância de anúncios, segmentação efetiva, frequência otimizada e visibilidade ampliada. Além disso, a tendência é que o CPM (custo por mil visualizações de um anúncio) esteja mais baixo para aqueles veiculados em dispositivos móveis, com a previsão de que o preço de publicidade fique maior entre as 10 da manhã e as 14 horas.

Produtos em alta

Os produtos que devem ser os campeões de vendas são os smartphones. O levantamento da Zygon estima mais de 9,5 milhões de consumidores têm a intenção de comprar um celular nos próximos dias. A busca por celulares inteligentes é, no momento, 83% maior do que um ano atrás, embora esteja 23% abaixo do pico registrado maio de 2020. Entretanto, o recente lançamento de novos modelos e a chegada das compras de final de ano, deve reforçar a tendência de crescimento, já que a maior parte desse público já possui o aparelho e busca por um novo modelo. Cerca de 93% destas pessoas usam celulares Android e mais da metade não tende a fazer compras a crédito. Em 94% das circunstâncias sairá mais caro anunciar para esse público em desktops do que em celulares.

Embora o mercado esteja consciente que o maior tempo em casa está fazendo com que o brasileiro se interesse mais em tornar seu lar agradável, impressionantes cerca 8,3 milhões de pessoas pretendem fazer compras ligadas a materiais de construção, reforma ou decoração nesse final de ano. Mais da metade destas pessoas tem entre 35 e 59 anos de idade, sendo que 63% são identificadas como do sexo feminino. Para esse segmento, o período mais concorrido é o vespertino: há mais anunciantes que pagam mais caro para aparecer neste momento.

Outro interesse do consumidor que chama a atenção é setor de turismo. Surpreendentemente, mesmo com a pandemia em curso, as pessoas parecem estar sonhando com uma viagem. Ao todo, mais de 2,9 milhões de brasileiros pretendem viajar. O segmento mais beneficiado, por conta o dólar alto e as fronteiras fechadas, é o dos destinos nacionais. A busca por passagens está, hoje, 173% maior que no mês de abril, auge do isolamento, em sua maior parcela, por locais no Brasil. Há uma peculiaridade: mais de 70% destes consumidores estão nas classes C e D e entre as 18 e as 23 horas, está mais barato anunciar.

Mais setores do varejo serão contemplados pelo recente e renovado comportamento de consumo: por volta de 1,3 milhão de pessoas está interessada em itens esportivos. Por conta da flexibilização do isolamento social e a proximidade do verão, o volume de buscas ligadas a esportes é hoje 174% superior ao momento mais baixo do ano, em maio. Já os produtos voltados aos cuidados dos animais de estimação estão na cabeça de um milhão de pessoas, sendo que o volume de buscas relacionadas ao tema cresceu 83% em um ano, somando 239 mil buscas no mês de outubro.

Por sua experiência em soluções de mídia programática, análise de dados para compreensão de públicos-alvo, a Zygon conseguiu levantar estes insights e tendências. Os dados foram coletados a partir informações não identificáveis – ou anonimizadas-, compartilhadas pelos Data Providers comportamentais Navegg, Tail e Serasa Experian, dentro da cadeia de programática. Eles ainda foram cruzados com dados demográficos da Verizon Media e Nielsen, por meio da ferramenta de Big Data Omniscope. Os histórico de buscas têm como fonte o buscador Google no Brasil.

VEJA O RELATÓRIO COMPLETO:

Relatório sobre tendências de mídia programática para varejo offile e ecommerce na Black Friday 2020.

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Como montar um painel de marketing digital de uma forma fácil

Muitas vezes, construir um painel de marketing consome tanto tempo que alguns profissionais deixam em segundo plano ou criam versões básicas, que comprometem as análises.

Para resolver isso, desenvolvemos a metodologia Data eZ. A ideia é oferecer uma experiência mais fácil com os dados de marketing digital, cuidando desde a sua extração, limpeza e carregamento (o chamado ETL), até a sua visualização, análise e direcionamento de ações.

Para exemplificar o quão fácil pode ser esse processo, gravamos o vídeo abaixo. Nele, em menos de 10 minutos montamos um painel com diferentes análises úteis para quem atua com marketing. Vale assistir.

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3 regras de UX para painéis de marketing incríveis

É fundamental que analistas de BI criem painéis que sejam fáceis de usar, além de agradáveis aos usuários. Afinal, o cerne do data-driven marketing orientado por dados é, justamente, a possibilidade de tomar decisões mais assertivas a partir dos dados. Para isso, é fundamental criarmos dashboards que permitam análises rápidas.

A criação de um painel de marketing deve seguir algumas regras de experiência do usuário (UX). Isso tornará mais fácil para o seu público entender os dados e seu ponto de vista. Se fizermos assim, nosso público-alvo (os usuários dos painéis) terá uma opinião melhor sobre o valor que o BI fornece ao marketing.

Mais do que nunca existem ferramentas de visualização de dados que permite que criemos dashboards de marketing que vão muito além das restrições das células da planilha. Realmente não deve haver desculpas para um painel mal elaborado.


Para descobrir exatamente como a experiência do usuário pode ser aplicada a um painel de BI para marketing, esta postagem explorará três regras de UX descritas por Jon Yablonski e interpretará como essas leis podem ser aplicadas para melhorar a usabilidade de um dashboard. Algumas leis afetam o design visual, enquanto outras afetam a funcionalidade e a estrutura.

  1. Regra de Fitts
    ‘O tempo para chegar a um objetivo é uma função da distância e do tamanho do alvo’

Essa lei é bastante direta, pois quanto mais próximo e maior um elemento, mais fácil é indentificá-lo.

Implicação para um dashboard de marketing: Posicione suas observações principais em uma área proeminente da interface do usuário. Leve em consideração os padrões de leitura típicos que revelam onde e em que ordem seu conteúdo será visto. Seu painel pode mostrar métricas acordadas nesta área ou ao longo das principais linhas de foco.

Estrutura de um painel de marketing seguindo regras de UX

O exemplo abaixo foi projetado com um padrão Z em mente. O foco do usuário começa no ponto 1 e zigue-zagueia pela página.

O título e o intervalo de datas devem ser os primeiros itens a serem vistos em sua página. Colocar um item importante após essas duas informações importantes é ideal para qualquer destaque que você deseja enfatizar.

  1. Regra de Jakob
    ‘Os usuários gastam seu tempo em outras interfaces. Isso significa que os usuários preferem que sua interface funcione da mesma maneira que todas as outras interfaces que já conhecem “

Embora a criatividade seja importante, um certo grau de familiaridade precisa permanecer. Não seja muito radical com o design. O progresso é constante.

Implicação um painel de marketing: se você já está no setor há tempo suficiente, deve estar familiarizado com a aparência de outros relatórios de marketing. Caso contrário, vá para a Galeria de relatórios de ferramentas como Data Studio, Power BI e Tableau.

Como consequência, seu relatório deve seguir aproximadamente as mesmas linhas. Esses são pontos comuns nos relatórios de BI:

Modelo de cabeçalho de um painel de marketing

1 – Seletor de período localizado no canto superior direito do painel 2-O logotipo ficou no canto superior esquerdo
3- Filtros / controles selecionáveis ​​no cabeçalho

Você pode criar familiaridade em seu relatório criando um cabeçalho padrão, usado em todos.

3. Regra de Miller
‘A pessoa média pode manter apenas 7 (mais ou menos 2) itens em sua memória de trabalho’

Implicação para um painel de marketing digital: com a funcionalidade de soltar e arrastar de várias ferramentas de BI, é tentador compilar todos os seus gráficos e tabelas em uma página. No entanto, dividir seu relatório em mais de um quadro, cada um com tópicos individuais (ou seja, dados demográficos, campanhas, conteúdo) tornará mais fácil para você agrupar e divulgar sua análise.

Muitas vezes é dito que os usuários não vão querer rolar. Na verdade, é bem comum que o primeiro ato do o usuário seja rolar uma tela para mover-se por uma interface e perceber o que mais lhe interessa. A tentação de vasculhar o conteúdo para encontrar a próxima grande novidade é o que torna o Twitter e o Facebook comparáveis ​​a uma adição.

Para deixar claro que seu relatório de marketing digital tem mais de uma página, crie uma ancoragem, uma espécie de índice da interface. É melhor que ele fique na ‘Esquerda’ da tela, como uma opção de posição de navegação no Layout e na barra lateral do tema.

Exemplo de painel de marketing com navegação

Aplicando essas regras simples aos seus painéis de marketing digital, você tornará a experiência dos usuários mais agradáveis, diminuindo a chance de fadiga ao realizar análises, acelerando a identificação de insights e tornando mais tangível o valor que o BI através da visualização de dados por gerar para a área de marketing.

Se quiser saber como podemos ajudar a sua área de BI, clique aqui e fale a gente pelo whatsapp.

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Analytics Business intelligence

BI para Varejo: como ver rapidamente o desempenho das vendas das minhas lojas com Tableau?

Varejo tem um ritmo acelerado. Tudo pode mudar rapidamente, seja por conta do movimentos de concorrentes ou de clientes. Além disso, esse setor é uma máquina de geração de dados. Como fazer os dados disponíveis gerarem rapidamente insights para decisões de diferentes gestores?

Para isso, a Zygon usa a metodologia Data eZ (dados fáceis, em inglês) usando ferramentas de Business Intelligence como o Tableau. No vídeo acima, mostramos em menos de 5 minutos como é possível montar um relatório completo, detalhado, interativo e que pode ser usado facilmente mesmo por pessoas sem nenhum conhecimento de BI.

A visualização e análise de dados gera um valor imenso para os negócios, desde que seja acessível para todos que concebem ou executam as estratégias. Por isso, apostamos na metodologia Data eZ para fazer nossos clientes fazerem mais com dados.

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Business intelligence tecnologia Transformação Digital

52% dos brasileiros sentem falta de ir aos shoppings e outros dados sobre o consumidor brasileiro

De acordo com estudo publicado 52% dos brasileiros pesquisados está com saudade de passear pelos corredores do shopping, mesmo que não tenham o objetivo de comprar nada, queremos circular por um dos ambientes mais queridos em território nacional.

A relação do brasileiro com o shopping vai além de sua função, gostamos dos cheiros, paisagens e sons que ele nos proporciona. Sempre encontrávamos desculpas para passar mais um tempinho naquele universo brilhante, fosse para buscar aquele vestido perfeito para o evento do ano, circular por uma livraria em busca de um romance emocionante, ou até para fazer aquele lanchinho antes de chegar em casa. Mas como ficamos agora? Como fica a nossa relação? Se não podemos sair de casa, como vamos aproveitar toda a alegria que os shoppings nos trazia?

Para responder essas perguntas a Zygon, em parceria com a Deepdive, compilou em um Dashboard as principais reações e movimentos  que o segmento apresentou após meses em contato com uma pandemia.  Com pesquisas da McKinsey, WGSN, Deepdive|IBOPE e Opinion Box conseguimos passear nos corredores dos anseios e preocupações do consumidor, visitar os resultados e opiniões dos principais segmentos além de visualizar as próximas tendências dentro do setor.

Quer saber mais? Visite o nosso radar!