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4 táticas de mídia programática para vender mais na Black Friday

A Black Friday já é uma das maiores datas de vendas do varejo no Brasil. Em 2020, espera-se um crescimento acima de 70% nas vendas. Um levantamento nosso mostra que há 21 milhões de brasileiros interessados nas ofertas da Black Friday. Mas se, por um lado, há mais clientes interessados, por outro há, também, mais concorrentes.

Várias lojas on e offline, de diferentes segmentos, anunciam suas ofertas na internet para gerar vendas. O aumento da concorrência pode aumentar custos e diminuir a rentabilidade dessa data. Para evitar isso, você pode usar algumas táticas simples em suas campanhas de mídia programática para tornar seus anúncios mais eficientes. 

São elas: 

1) GEOLOCALIZAÇÃO anuncie pra quem está perto da loja
Se você tem uma loja física, direcione suas ofertas para usuários que estiverem nos arredores do seu ponto de venda. Além disso, anuncie para quem está próximo da loja da concorrência, tentando atrair esse público para você. Nesse caso, destaque um diferencial, como um produto com um preço muito baixo ou uma condição de pagamento facilitada. Assim, alguém que está perto do concorrente, pode preferir ir até você.

2) INTENÇÃO DE COMPRA anuncie pra quem está perto de fechar a compra

Nas plataformas de mídia programática, você consegue segmentar apenas pessoas que estão com alta intenção de comprar um produto. Normalmente, acaba sendo um pouco mais caro impactar esse público, mas vale a pena, pois você tende a fazer mais vendas. Interessante diferenciar intenção de interesse: alguém pode ter interesse em notebooks (pois acompanha lançamentos, por exemplo), mas não ter intenção de comprar um novo. Na Black Friday, priorize segmentar por intenção de compra, exibindo no anúncio sempre o produto relacionado à intenção do usuário (se ele(a) quer comprar um notebook, seu anúncio deve apresentar a oferta de um notebook).

3) ANÚNCIOS DINÂMICOS o anúncio certo, pra pessoa certa

É natural que sua loja tenha muitas ofertas e que você tenha dúvidas sobre quais anunciar. Por isso, use as ferramentas de anúncios dinâmicos nas plataformas de mídia programática. Com ela, você faz com que cada peça seja montada automaticamente. Além disso, você pode criar personalizações. Por exemplo, se um usuário está interessado em celulares, e você vende celular, seu anúncio exibirá automaticamente suas ofertas de celulares. Essa personalização tende a aumentar as suas vendas na Black Friday, já que poderá exibir mais ofertas, mantendo adequação ao interesse do público.

4) RETARGETING anuncie mais pra quem já teve contato contigo

Se um usuário já acessou a página de um produto, ele tem mais chance de comprá-lo em sua loja. Entretanto, mais de 90% dos usuários não compram na primeira visita. Por isso, o retargeting é importante. Essa tática consiste em exibir mais anúncios para quem acabou de acessar seu site. Você deve usá-lo intensamente e de forma inteligente. Primeiro, definindo um período curto para sua lista de retargeting, como 2 dias ou, até, poucas horas. Você precisa aproveitar o momento em que o usuário está com seu produto na cabeça. Além disso, você deve montar essa lista com base no comportamento do usuário: se ele visitou só a home, tem menos chance de comprar. Se viu a página de produto, a chance é maior. Se colocou no carrinho, maior ainda. Caso tenha chegado a página de checkout, a chance é extremamente alta. Por isso, o ideal é ter, ao menos, uma lista de retargeting para cada comportamento desse.

Essas 4 táticas simples de mídia programática devem aumentar muito as suas vendas durante a Black Friday, além de gerar uma boa experiência ao usuário, ao receber ofertas mais relevante, no momento adequado.

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Jornada do consumidor Ztalk

Principais pontos sobre a Transformação Digital no Varejo

O talk aconteceu no dia 1 de julho e foi mediado por Lucas Reis, CEO da Zygon, e teve como debatedores Laureane Cavalcanti, Consultora e Sócia da DeepDive, e Diego Marcondes, Head de Marketing da Ancar Ivanhoe.

Os principais temas abordados foram:

1. Aceleração de tendências no mercado de varejo.

2. Os pilares da transformação digital no varejo.

3. Mudança nos hábitos de consumo.

4. Origem de um novo ecossistema de negócio.

5. Jornada do consumidor omnichannel.

6. Relação dos shoppings no cotidiano dos brasileiros.

7. Relevância dos Shoppings no ambiente digital.

Assista a live completa.

Durante a live foi apresentado o radar do varejo, feito pela Zygon em parceria com a DeepDive, com diversos dados a percepção do consumidor neste momento da pandemia e suas expectativas futuras, as principais mudanças de hábitos que têm acontecido durante a pandemia e como os varejistas têm enxergado o cenário.

Laureane, em uma de suas falas, destacou o papel relevante que os shopping têm na vida dos brasileiros, para além de exclusivamente um centro de compras, mas também como um local de socialização e entretenimento. Esse espaço deve permanecer após o período de isolamento.

Diego destacou que o uso de metodologias ágeis e flexíveis, dentro de um mindset de startup, devem guiar as ações dos varejistas neste momento, levando relevância e competitividade no ambiente online, e exemplificou as ações que o grupo Ankar Ivanhoe tem tomado nos últimos meses.

Na live ficou evidente que há uma alta expectativa das pessoas em torno da abertura dos shoppings e sob o retorno gradativo das atividades comerciais, que o processo de transformação digital ocorre no longo prazo, mas que a pandemia acelerou esse processo, cobrando entregas rápidas (quick wins) e rápida flexibilidade por parte das empresas. Os varejistas que tinham pouca atuação online, estão aprendendo na prática como ampliar o seu digital, enxergando a jornada do consumidor omnichannel (canais on e offline) para melhor atendê-lo no momento atual, e nos que virão.

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Jornada do consumidor Marketing Digital tecnologia

Zygon realiza talks sobre jornada do consumidor e transformação digital do varejo

Há anos os Shopping Centers pensam em transformar, saindo da zona de conforto e dos limites do seu próprio terreno, para chamar a atenção dos consumidores em outros momentos da jornada de compra. 

Entender que a jornada começa muito antes de entrar no estacionamento do centro comercial foi o primeiro desafio. Perceber que para atrair atenção em tantas distrações é preciso ser relevante. A falta de informações sobre os clientes é maior. É preciso uma verdadeira revolução para redirecionar esse “transatlântico”… 

Vamos conversar sobre como os Shopping Centers pretendem participar da disputa pela audiência on-line, visto até pouco tempo para “correr em casa”, e entender o papel da pandemia nessa estratégia.

Data 01/07/2020, 15h

Participantes

Diego Marcondes

Chefe de Marketing da Ancar Ivanhoe. Já passou pela liderança de Marketing de vários Shoppings desde 2009. Com mais de 17 anos de experiência em marketing, vendas e administração, atualmente lidera projetos de transformação digital para empresas.

Laureane Cavalcanti

Ocupou posições de liderança em grandes corporações, conduzindo projetos de cultura e responsabilidade corporativa, transformação digital e e-commerce. Foi Diretora Executiva de Marketing e Comunicação e Diretora de Inovação em uma das principais administradoras de shopping centers do Brasil e da Europa.

Moderador 

Lucas Reis

Lucas Reis é CEO da Zygon AdTech & Data Solutions, PhD em Comunicação Social (UFBA)

INSCREVA-SE: https://zygon.digital/zygon-talks/

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Jornada do consumidor Marketing Digital

As recentes mudanças no modelo de atribuição de campanhas online

O que a Jornada do Consumidor tem a ver comigo, contigo e com Aldir Blanc?

Tá lá o modelo de atribuição estendido no chão. Tá lá estatelado em alguns dos artigos ou webinários generosamente compartilhados no site do IAB. Especialistas, cientistas de dados, analistas, mercadólogos pós-graduados na ESPM ou no Insper, todos juntos e a moçada resolveu parar. Tá lá.

Em um momento tal da história não tão recente, lá pelos idos da era pré-Covid (não estou falando, estou apenas citando), o Google instituiu o last click. Vejam que o poderoso sistema de busca e o formato do Search Ads, com o seu poderio de altas conversões, virou padrão para mensurações e dividiu na cabeça de muita gente (eu, você e Aldir Blanc) aquilo que funciona e o que não funciona. Então foi atribuído: last click é igual a resultado.

Em determinado estágio, o Google com a sua sede de expansão identificou e comprou uma determinada empresa, em meio a tantas outras aquisições, com o objetivo de encher o balaio de inovações. Ele fez isso para quê? Nem o próprio Google sabia. Mas deu frutos.

Fala para mim em qual país você atua. Qual é o seu segmento de mercado. Qual o tamanho estimado do seu mercado. Com essas três informações, a empresa comprada pelo Google desenvolveu uma funcionalidade que mostrava quais ferramentas, falo de ferramentas do Google, tinham a melhor performance para cada etapa da jornada de decisão ou jornada do consumidor.

O Google percebeu a oportunidade e abriu a ferramenta para os usuários testarem “de graça”. Prova de conceito feita, MVP validado, tá lá o corpo estendido no chão! Era o fim da supremacia do last click e do modelo de atribuição como o conhecíamos até 2018, mais ou menos. E o Google falou, o que sempre dissemos sobre last click, esqueçam.

Olhando hoje, de longe, nesse momento pós-Covid (só para contextualizar no tempo), já assumindo um novo normal, informo a todos o novo falecimento do modelo de atribuição – lembra até A Morte e a Morte de Quincas Berro D’Água.

Acompanhem comigo. Modelo de atribuição confere pesos diferentes aos diferentes pontos de contato de uma marca com o consumidor, durante todo o trajeto de decisão-conversão-compra, mais conhecido como Jornada do Consumidor.

Onde quero chegar? A jornada é definida pelo comportamento do consumidor e pelo poder de influência dos pontos de contato com a marca – pesquisas na web, contatos com rádio, jornal, TV, e-mail, PDV, e-commerce, OOH, site, app e internet de novo, dessa vez para comentar e compartilhar experiências.

Mas, de repente, todo mundo fica em casa, restaurante vira delivery, shopping vira drive-thru, faculdade vira EAD, o almoço de domingo vira call e o home vira office. É lógico que o comportamento das pessoas mudou. Se o comportamento muda, os dados mudam e as métricas precisam mudar, os KPIs precisam mudar, as modelagens de dados têm de ser revistas, as janelas de análises vão ficar cada vez mais curtas.

Bem-vindo à época das mudanças exponenciais, o melhor momento para se viver… empresas estão cada vez mais rápidas, contam com pessoas cada vez mais capazes de se reinventar a uma velocidade ímpar – Organizações Exponenciais

O Novo Coronavírus é a maior startup de todos os tempos. Todos sempre pregaram o Mundo VUCA, então taí e agora ninguém pode reclamar que muitos unicórnios não passam de pequenos pôneis. A Covid-19 cresce de forma acelerada, exponencial, impacta bilhões de pessoas em todos os cantos do mundo, é transversalmente disruptiva, hackeia todos os sistemas de saúde e as economias de todos os países, capta trilhões de dinheiros e contribui com mais uma rasteira no capitalismo global.

Volatilidade, incertezas, complexidade e ambiguidades. Todos foram avisados. Quem fez o dever de casa? Ou seja, eu te disse. Disse que não falaria de Covid-19, mas quem jura mente. E a realidade é que ainda não temos uma vacina contra a mentira.