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LGPD Marketing Digital tecnologia

Os 5 passos para seguir a LGPD no marketing digital

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), sancionada em agosto de 2018, entrou em vigor recentemente no Brasil e muitas pessoas ainda não sabem como ficar em compliance com essa lei, principalmente os profissionais de marketing que utilizam a tecnologia para coletar dados comportamentais posteriormente revertido em estratégia de comunicação. 

Nesse contexto Flávia Silva, sócia Fundadora da LAGUARDIANS – Compliance & Ethics  Solutions, Administradora de Empresas, preparou um guia simples para a implementação de LGPD seguindo os seguintes passos:

1. CONSCIENTIZAÇÃO – O conhecimento sobre os conceitos, requisitos e impactos da Lei Geral de Proteção de Dados é fundamental para o sucesso da implantação e cumprimento da lei nas rotinas organizacionais.

2. PLANEJAMENTO – Reunião inicial para definir o escopo do projeto de adequação, do encarregado da empresa e dos profissionais que irão compor o comitê de implantação da LGPD.

3. MAPEAMENTO – Esta etapa envolve o mapeamento de dados, análise de maturidade da organização, avaliação de documentos e dos processos da segurança da informação. 

4. ADEQUAÇÃO – Para estar em conformidade com a LGPD, é necessário definir novos conceitos, processos, políticas, procedimentos, cláusulas contratuais, além de estabelecer métodos de controle.

5. CAPACITAÇÃO – É chegada a hora de capacitar todos da organização por meio de treinamento com a finalidade de consolidar os parâmetros que vão promover a segurança de dados pessoais. 

Esse é um guia simples para que entenda os princípios básicos que regem essa lei. Ainda terão novas regra vindas da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, o órgão responsável por implementar e fiscalizar o cumprimento da LGPD em território nacional, porém é importante que entenda a LGPD como uma norma que fixa preceitos gerais, com princípios a serem seguidos para que aplique no seu negócio.

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Business intelligence tecnologia Transformação Digital

52% dos brasileiros sentem falta de ir aos shoppings e outros dados sobre o consumidor brasileiro

De acordo com estudo publicado 52% dos brasileiros pesquisados está com saudade de passear pelos corredores do shopping, mesmo que não tenham o objetivo de comprar nada, queremos circular por um dos ambientes mais queridos em território nacional.

A relação do brasileiro com o shopping vai além de sua função, gostamos dos cheiros, paisagens e sons que ele nos proporciona. Sempre encontrávamos desculpas para passar mais um tempinho naquele universo brilhante, fosse para buscar aquele vestido perfeito para o evento do ano, circular por uma livraria em busca de um romance emocionante, ou até para fazer aquele lanchinho antes de chegar em casa. Mas como ficamos agora? Como fica a nossa relação? Se não podemos sair de casa, como vamos aproveitar toda a alegria que os shoppings nos trazia?

Para responder essas perguntas a Zygon, em parceria com a Deepdive, compilou em um Dashboard as principais reações e movimentos  que o segmento apresentou após meses em contato com uma pandemia.  Com pesquisas da McKinsey, WGSN, Deepdive|IBOPE e Opinion Box conseguimos passear nos corredores dos anseios e preocupações do consumidor, visitar os resultados e opiniões dos principais segmentos além de visualizar as próximas tendências dentro do setor.

Quer saber mais? Visite o nosso radar!

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Data driven Marketing Digital tecnologia

Cientista de dados: a Profissão mais Sexy do Mundo

Há alguns anos publiquei “o discreto charme dos estatísticos”, um breve texto que exaltava, em abril de 2017, a importância do uso intensivo de dados na comunicação. Sou daquele tipo que nunca relê o que escreve, nem assiste aos próprios vídeos que grava. Confesso esse hábito, mesmo que deixe transparecer certo desleixo, já que pilotei um programa de entrevistas sobre comunicação empresarial por cinco anos na TV. Não lembro de ter assistido a mais de 30 segundos de nenhum dos meus próprios programas. Contra este padrão de comportamento, reli na semana passada o “o discreto charme”.

Desta vez, até que gostei do que havia escrito e decidi, então, praticamente republicar o antigo texto com pequenas atualizações, pois o assunto anda quente, na ordem do dia. O fato é que a frase de Thomas Davenport, “o cientista de dados é a profissão mais sexy do século XXI”, continua valendo. Talvez mais do que nunca. O autor do célebre “A Ecologia da Informação” de 1997, papa quando o assunto é análise de dados e gestão do conhecimento, este sim, merece ser lido e relido.

Cientistas de dados, os antigos estatísticos só que muito mais bem equipados, usam seus conhecimentos e habilidades para analisar e correlacionar informações em bases de dados e delas extrair insights para alegria dos clientes, sejam eles um banco, um grupo de pesquisa científica, ou uma agência de comunicação.

Dentre as suas competências estão a análise de dados, a gestão das bases de dados – atividade que inclui o cuidado com a coleta, a organização, classificação e qualificação das informações – o domínio de softwares especialistas, o desenvolvimento de modelos estatísticos e de algoritmos capazes de interpretar correlações e também aprender, além de grande capacidade para comunicar suas descobertas. 

Um dos campeões deste mundo foi o médico sueco Hans Rosling, falecido precocemente no início de 2017, aos 68 anos. Dentre muitas contribuições, sua forma de demonstrar análises sofisticadas de modo lúdico e simples se tornaram fonte de inspiração para cientistas e amantes da informação em todo o mundo. Suas apresentações no TED explicam de forma sucinta e prática o que faz um cientista de dados, no seu melhor.

A forte demanda por cientistas de dados entre 2012 e 2017 – o número de empregos de cientista de dados no LinkedIn aumentou mais de 650% no período (KDnuggets, 2018) – tem sido reduzida pela intensificação dos investimentos em Machine Learning e Inteligência Artificial, uma vez que o uso de grandes bases de dados de forma bem estruturada e sistemática tem possibilitado a automação das interpretações. Esta automação resulta em disparo de alertas, seleção de casos excepcionais, predições que ajudam alinhamento de estoques ou intensificação de investimentos específicos, e análises inteligentes dos resultados de campanhas empreendidas por AdTechs. Entre 2017 e 2019 o crescimento foi bem menor, na ordem de 30% (KDnuggets, 2020).

Por outro lado, o déficit de profissionais com melhor qualificação, combinado a alta demanda por habilidades em ciência de dados, significam que a contratação e a manutenção de equipes se tornam ainda mais difíceis para pequenas e médias empresas. Estas não conseguirão oferecer salário competitivos. A solução deve vir da qualificação das agências de comunicação – MarTechs, AdTechs, CommTechs – com maior domínio em tecnologias e capacidade de escalar a oferta de serviços para as menores.

O Gartner prevê que a falta geral de recursos de ciência de dados resultará em um número crescente de desenvolvedores envolvidos na criação e gerenciamento de modelos de aprendizado de máquina (Survey Gartner CIO, 2019). Os números não mentem. A receita de anúncios do Google ultrapassa 134 bilhões de dólares, sendo que somente o Youtube contribui com 15 bilhões. O Facebook tem dois bilhões de usuários que lhe garantem quase dois bilhões de dólares de faturamento em anúncios programáticos, um dólar para cada usuário. Mais de 50% das empresas afirmam que as mídias sociais são importantes para seus negócios. Por sua vez, a Amazon fatura cerca de 300 bilhões de dólares em vendas.

E o que faz um cientista de dados nos departamentos de comunicação, nas novas agências de publicidade e, crescentemente, nas agências de relações públicas? No mundo digital, onde bilhões de transações de todos os tipos são registradas todos os dias, este profissional realiza o mais antigo e valioso sonho de qualquer comunicador: compreender a jornada do cliente, descobri os melhores canais, em cada localidade, ou qual a mídia mais eficiente. 

As ferramentas de análise de dados estão cada mais eficientes e completas. As organizações que criaram seus grupos de inteligência de dados, ou aquelas que estabeleceram parcerias com agências de comunicação de base tecnológica, têm tomado a dianteira e se distanciado das concorrentes com muita rapidez. Mais do que nunca, é hora de valorizar o discreto charme dos estatísticos. 

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Marketing Digital tecnologia Transformação Digital

A novíssima jornada do consumidor

A nova, muito nova, novíssima Jornada do Consumidor

Os desafios impostos (ou expostos) pelo isolamento social, causado pela pandemia do novo coronavírus, levaram muitas empresas a uma espécie de corrida tecnológica desenfreada. A crença seria garimpar plataformas inovadoras para tentar desesperadamente manter o business de pé. Logo imagino alguém bem-intencionado dando um google à procura do www.tecnologiaparasalvarmeunegocio.com, acessando e preenchendo um cadastro com dados da empresa, do mercado onde atua, do mix de produtos e serviços, depois selecionando a melhor oferta e click! Comprou, instalou, plug and play e vida que segue.

Como não recomendo, nem conheço, nenhum site que faça essa promessa salvadora, então percebo um risco grande aí, como se a tecnologia por si só fosse transportar a empresa para um novo nível, mais avançado, preparando a companhia e as pessoas para um novo normal mais tecnológico, totalmente conectado, amplamente integrado e culturalmente adotado. Quando, na verdade, tendo a acreditar que é mais sensato a busca por um novo modelo de negócio. De preferência, um modelo de negócio data-driven.

Por que falo isso? Simples. Não vai existir um novo normal, esqueça. Explico… Está evidente que não sabemos exatamente como tudo vai se desdobrar, mas temos a certeza que os desafios vão se renovar e vão se multiplicar. Existirá, sim, o próximo normal. Depois dele, outro, na sequência teremos outro, por aí vai.

Ou seja, um modelo de negócio duro, com flexibilidade zero, sem a capacidade de inovar e se adaptar a novos cenários, provavelmente terá muita dificuldade de se manter vivo. Vale a ressalva de que não estou falando aqui de monopólios ou algo próximo disso.

No sentido oposto, as empresas que já seguiam modelos data-driven conseguiram realizar leituras dos novos comportamentos com mais agilidade. Sofreram o forte impacto das mudanças também, porém arrumaram a cabeça mais rapidamente, avaliando cenários mais curtos, planejando para o mês, para a semana, para o dia. O dedo no pulso do cliente permite acompanhar o quadro evolutivo do mercado em tempo real, se necessário. E arrisco afirmar: é necessário.

Mas como se faz isso na prática? Em primeiríssimo lugar, comunicando. O papel do profissional de comunicação, neste momento, ganha mais relevo e se expande. Mais do que apontar o que comunicar, precisamos embasar o agir. Somos nós, profissionais de comunicação com o mercado, que monitoramos dados de comportamento, ao mesmo tempo, temos os valores da marca como base inegociável. Para estruturar marcas, para fortalecer posicionamentos, precisamos saber o que está dando certo ou não, neste exato momento.

Então, além de comunicar, é preciso constantemente dar um refresh, ter informação real time, garimpar dados atualizados, ter “curiosidade always on pelo consumidor”. Quem também traz isso é o Google, uma empresa que reforça a cultura do test & learn. Acho interessante e aplico isso nas análises da Jornada do Consumidor. Ou seja, precisamos testar, ajustar, testar, aprimorar, testar e testar. Essa metodologia valoriza a constante busca pela solução e incorpora os erros ao nosso aprendizado.

Perceba que a nossa mente, ou melhor, a nossa mentalidade deve estar voltada para equilibrar as duas partes do cérebro. De um lado, vamos entender as sutilezas do comportamento humano, sua engenhosidade para se adaptar aos novos padrões e cenários com matizes surpreendentes. De outro lado, precisamos valorizar os números, a estatística da vida, a matemática do que funciona de verdade.

A essa altura, você pode me perguntar: como podemos falar de um novo normal ou, mais do que isso, de um próximo normal, se listamos conceitos clássicos de marca, comportamento do consumidor, inteligência de dados, tecnologia aplicada ao mercado? Respondo ao chamar a atenção para um precioso detalhe: o desafio é chegar a um modelo de negócio que consiga avaliar, ajustar, validar e aplicar todos esses conceitos tradicionais, de forma inovadora, todos os dias.

Podemos encontrar problemas cruciais na qualidade dos dados, dificuldade de integração, gaps de tecnologia, mas a atenção tem de estar voltada para o que temos e o que controlamos. Um bom caminho é estruturar uma base própria de dados, adotar plataformas simples e ágeis, afinar a comunicação com todos os públicos e um mindset de constante atualização – evolução incremental. Acha fácil? Não é, porque já mudou.

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Jornada do consumidor Marketing Digital tecnologia

Zygon realiza talks sobre jornada do consumidor e transformação digital do varejo

Há anos os Shopping Centers pensam em transformar, saindo da zona de conforto e dos limites do seu próprio terreno, para chamar a atenção dos consumidores em outros momentos da jornada de compra. 

Entender que a jornada começa muito antes de entrar no estacionamento do centro comercial foi o primeiro desafio. Perceber que para atrair atenção em tantas distrações é preciso ser relevante. A falta de informações sobre os clientes é maior. É preciso uma verdadeira revolução para redirecionar esse “transatlântico”… 

Vamos conversar sobre como os Shopping Centers pretendem participar da disputa pela audiência on-line, visto até pouco tempo para “correr em casa”, e entender o papel da pandemia nessa estratégia.

Data 01/07/2020, 15h

Participantes

Diego Marcondes

Chefe de Marketing da Ancar Ivanhoe. Já passou pela liderança de Marketing de vários Shoppings desde 2009. Com mais de 17 anos de experiência em marketing, vendas e administração, atualmente lidera projetos de transformação digital para empresas.

Laureane Cavalcanti

Ocupou posições de liderança em grandes corporações, conduzindo projetos de cultura e responsabilidade corporativa, transformação digital e e-commerce. Foi Diretora Executiva de Marketing e Comunicação e Diretora de Inovação em uma das principais administradoras de shopping centers do Brasil e da Europa.

Moderador 

Lucas Reis

Lucas Reis é CEO da Zygon AdTech & Data Solutions, PhD em Comunicação Social (UFBA)

INSCREVA-SE: https://zygon.digital/zygon-talks/

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Marketing Digital tecnologia

Remote Work Like a Pro

Se você é digitalmente conectado com certeza percebeu a importância e o impacto que o digital causa em nossas vidas. Não só com as plataforma sociais, mas também como forma de remuneração.

Porém, é em momentos atípicos como este que se evidenciam os efeitos do mundo digital e de como ele, de forma eficiente, quebra barreiras e nos permite viver remotamente conectados.

Neste momento milhares de pessoas estão trabalhando remotamente de forma eficaz, comprovando que o remote work, quando bem orientado, faz com que os usuários espontaneamente sejam dedicados, engajados, motivados e realizados por produzirem sem a necessidade e exigência da presença física.

Ter consciência da forma como você trabalha e pensa é importante para que o remote work seja aplicado em sua rotina. Pensando nisso, separei 3 pilares importantes para atingir o objetivo de trabalhar de qualquer lugar: Digital first, gestão de tempo e produtividade.

Digial firts

Mantenham-se sempre conectados e atualizados.

Utilize plataformas que facilitam a comunicação da equipe fazendo com que todos tenham a informação necessária na hora que precisarem. São elas o hangout, e-mail google, g suite, pipefy e whatsapp.

Se parar analisar vamos perceber que diariamente nos comunicamos de forma remota e que até a forma de entretenimento pode ser online. A exemplo disso temos o Stopots!! Uma plataforma online onde podemos interagir e jogar ao mesmo tempo. Conseguiu perceber que a nossa conexão já tem uma base forte de  Remote Work?

Para você ficar conectado separei 3 Dicas
  1. Responda sempre os emails, mesmo que não ache necessário.
  2. Se sua conexão cair, avise ao responsável direto. 
  3. Escolha um ou dois pontos de contato para não haver muita dispersão de informação, em remote work isso é muito fácil de acontecer.

Gestão de tempo

Foco no que realmente é importante.

A maneira como administramos nosso tempo determina o que vamos conseguir executar ao final do dia. Ter clareza de quanto tempo se gasta na execução de uma atividade é crucial para uma boa gestão do tempo.

É importante, também, determinar o tempo mínimo para realização das atividades, dessa forma tendemos a ser mais práticos e objetivos.

“O trabalho expande-se para preencher o tempo disponível para sua realização” C.N.Parkinson.

Já observou que quando você tem uma reunião que pode ser resolvida em 10 minutos e você dispõe DE 1h, ela se estende no tempo disponível? Tenha noção do tempo utilizado, programe alarmes e notificações para suas atividades, crie o hábito de ver o calendário, isso ajuda a planejar e gerar o senso de urgência.

Para você não perder tempo separei 3 Dicas
  1. Divida suas tarefas em importantes, urgentes e circunstâncias. E distribua o tempo que vai gastar para resolver cada tarefa.
  2. Tenha em mente um plano semanal de execução.
  3. Não ocupe todo seu tempo de trabalho com tarefas pois imprevistos existem.

Produtividade seja objetivo 

Seja objetivo e tenha clareza de suas tarefas

A produtividade é diretamente proporcional a gestão do tempo, ou seja, à medida que você vai aprimorando o tempo para fazer determinada tarefa a produtividade aumenta. Se já pesquisou em algum momento sobre produtividade, deve ter visto a seguinte frase:

“Pelo princípio de Pareto, 80% dos seus resultados vêm de 20% dos seus esforços.” E o querem nos dizer com isso? Mais foco no resultado.

Que horas? Quantas horas? De onde? Como? Essas perguntas passaram a ser muito menos relevantes quando você entrega resultado.

Para você ficar produtivo separei 3 Dicas
  1. Crie hábitos e realize rotinas para ativar o modo trabalho. 
  2. Fique atento aos gatilhos que te fazem procrastinar. 
  3. Crie seus procedimentos de execução para tarefas que se repetem.