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ABERJ Cursos Transformação Digital

ABERJE E ZYGON OFERECEM CURSO SOBRE A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL DA COMUNICAÇÃO

Com aulas sobre ferramentas para comunicadores, análise de dados e mapa de jornada do consumidor, a Trilha será dividida em três módulos, que poderão ser realizados tanto em conjunto como separadamente.

Diante de tantas rotas rumo à transformação digital, nada melhor do que seguir os passos de quem já é especialista no percurso para não se perder no caminho. E é justamente essa a missão da Trilha: ensinar as melhores técnicas, conceitos e instrumentos de comunicação digital para quem busca destacar-se no mercado na era pós-pandemia.

Oferecido pela Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial) em parceria com a Zygon AdTech, o curso “Pandemia e a transformação digital: comunicação, dados e insights” será dividido em três módulos, todos 100% on-line e com carga horária de 8 horas cada.

Programação

Com início em setembro, o primeiro módulo será sobre “A Caixa de Ferramentas do Comunicador na Transformação Digital”, ministrado por Claudio Cardoso – designer de negócios com mais de 40 anos de carreira, eleito a personalidade do ano pela Aberje em 2006.

Já em outubro, o segundo módulo, “Visualização e Análise de Dados na Comunicação: o que o profissional precisa saber”, terá o comando de Lucas dos Santos Reis. Ele que é CEO da Zygon AdTech, PhD em Comunicação e pesquisador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Democracia Digital.

Chegando à reta final da Trilha, em novembro, o terceiro módulo trata do Mapa da Jornada do Consumidor,  conduzido por Urbano Sampaio Neto –  Chief Strategy Officer da Zygon, mentor do Founder Institute e especialista em Programmatic Media Planner pelo New Marketing Institute

Vale ressaltar que os módulos podem ser adquiridos tanto em conjunto, como separadamente.

Saiba mais informações sobre o curso, inscrições e os módulos no link:

https://bit.ly/2Y9Jx11

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Business intelligence tecnologia Transformação Digital

52% dos brasileiros sentem falta de ir aos shoppings e outros dados sobre o consumidor brasileiro

De acordo com estudo publicado 52% dos brasileiros pesquisados está com saudade de passear pelos corredores do shopping, mesmo que não tenham o objetivo de comprar nada, queremos circular por um dos ambientes mais queridos em território nacional.

A relação do brasileiro com o shopping vai além de sua função, gostamos dos cheiros, paisagens e sons que ele nos proporciona. Sempre encontrávamos desculpas para passar mais um tempinho naquele universo brilhante, fosse para buscar aquele vestido perfeito para o evento do ano, circular por uma livraria em busca de um romance emocionante, ou até para fazer aquele lanchinho antes de chegar em casa. Mas como ficamos agora? Como fica a nossa relação? Se não podemos sair de casa, como vamos aproveitar toda a alegria que os shoppings nos trazia?

Para responder essas perguntas a Zygon, em parceria com a Deepdive, compilou em um Dashboard as principais reações e movimentos  que o segmento apresentou após meses em contato com uma pandemia.  Com pesquisas da McKinsey, WGSN, Deepdive|IBOPE e Opinion Box conseguimos passear nos corredores dos anseios e preocupações do consumidor, visitar os resultados e opiniões dos principais segmentos além de visualizar as próximas tendências dentro do setor.

Quer saber mais? Visite o nosso radar!

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Marketing Digital tecnologia Transformação Digital

A novíssima jornada do consumidor

A nova, muito nova, novíssima Jornada do Consumidor

Os desafios impostos (ou expostos) pelo isolamento social, causado pela pandemia do novo coronavírus, levaram muitas empresas a uma espécie de corrida tecnológica desenfreada. A crença seria garimpar plataformas inovadoras para tentar desesperadamente manter o business de pé. Logo imagino alguém bem-intencionado dando um google à procura do www.tecnologiaparasalvarmeunegocio.com, acessando e preenchendo um cadastro com dados da empresa, do mercado onde atua, do mix de produtos e serviços, depois selecionando a melhor oferta e click! Comprou, instalou, plug and play e vida que segue.

Como não recomendo, nem conheço, nenhum site que faça essa promessa salvadora, então percebo um risco grande aí, como se a tecnologia por si só fosse transportar a empresa para um novo nível, mais avançado, preparando a companhia e as pessoas para um novo normal mais tecnológico, totalmente conectado, amplamente integrado e culturalmente adotado. Quando, na verdade, tendo a acreditar que é mais sensato a busca por um novo modelo de negócio. De preferência, um modelo de negócio data-driven.

Por que falo isso? Simples. Não vai existir um novo normal, esqueça. Explico… Está evidente que não sabemos exatamente como tudo vai se desdobrar, mas temos a certeza que os desafios vão se renovar e vão se multiplicar. Existirá, sim, o próximo normal. Depois dele, outro, na sequência teremos outro, por aí vai.

Ou seja, um modelo de negócio duro, com flexibilidade zero, sem a capacidade de inovar e se adaptar a novos cenários, provavelmente terá muita dificuldade de se manter vivo. Vale a ressalva de que não estou falando aqui de monopólios ou algo próximo disso.

No sentido oposto, as empresas que já seguiam modelos data-driven conseguiram realizar leituras dos novos comportamentos com mais agilidade. Sofreram o forte impacto das mudanças também, porém arrumaram a cabeça mais rapidamente, avaliando cenários mais curtos, planejando para o mês, para a semana, para o dia. O dedo no pulso do cliente permite acompanhar o quadro evolutivo do mercado em tempo real, se necessário. E arrisco afirmar: é necessário.

Mas como se faz isso na prática? Em primeiríssimo lugar, comunicando. O papel do profissional de comunicação, neste momento, ganha mais relevo e se expande. Mais do que apontar o que comunicar, precisamos embasar o agir. Somos nós, profissionais de comunicação com o mercado, que monitoramos dados de comportamento, ao mesmo tempo, temos os valores da marca como base inegociável. Para estruturar marcas, para fortalecer posicionamentos, precisamos saber o que está dando certo ou não, neste exato momento.

Então, além de comunicar, é preciso constantemente dar um refresh, ter informação real time, garimpar dados atualizados, ter “curiosidade always on pelo consumidor”. Quem também traz isso é o Google, uma empresa que reforça a cultura do test & learn. Acho interessante e aplico isso nas análises da Jornada do Consumidor. Ou seja, precisamos testar, ajustar, testar, aprimorar, testar e testar. Essa metodologia valoriza a constante busca pela solução e incorpora os erros ao nosso aprendizado.

Perceba que a nossa mente, ou melhor, a nossa mentalidade deve estar voltada para equilibrar as duas partes do cérebro. De um lado, vamos entender as sutilezas do comportamento humano, sua engenhosidade para se adaptar aos novos padrões e cenários com matizes surpreendentes. De outro lado, precisamos valorizar os números, a estatística da vida, a matemática do que funciona de verdade.

A essa altura, você pode me perguntar: como podemos falar de um novo normal ou, mais do que isso, de um próximo normal, se listamos conceitos clássicos de marca, comportamento do consumidor, inteligência de dados, tecnologia aplicada ao mercado? Respondo ao chamar a atenção para um precioso detalhe: o desafio é chegar a um modelo de negócio que consiga avaliar, ajustar, validar e aplicar todos esses conceitos tradicionais, de forma inovadora, todos os dias.

Podemos encontrar problemas cruciais na qualidade dos dados, dificuldade de integração, gaps de tecnologia, mas a atenção tem de estar voltada para o que temos e o que controlamos. Um bom caminho é estruturar uma base própria de dados, adotar plataformas simples e ágeis, afinar a comunicação com todos os públicos e um mindset de constante atualização – evolução incremental. Acha fácil? Não é, porque já mudou.

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Marketing Digital Transformação Digital Ztalk

LIVE – Marketing Digital para Educação: veja os pontos mais importantes.

No dia 05 de junho, promovemos uma live sobre transformação digital aplicada ao setor educacional. Trouxemos para o Ztalks participantes que atuam em dois dos maiores grupos do setor, como a Elizabeth Freitas da Ânima Educação e o Bruno Moura do grupo Ser Educacional.

A live conta com um overview completo sobre a Transformação Digital acelerada por conta da pandemia e da necessidade de oferecer serviços remotamente. 

Destaque a assuntos como:

  • A transformação digital, o raio X completo da realidade vivida pelas instituições.
  • A abordagens de aspectos macro como tecnologia, infraestrutura e desigualdade da educação. 
  • Os desafios culturais enfrentados pelos usuários.
  • Temas como LGPD no meio educacional.
  • A importância de uma visão unificada e horizontal dos setores para a transformação digital.

Também aprofundamos em conceitos como entendimento do que é uma educação em plataformas digitais. Mais do que EAD, a educação está se aprimorando, integrando plataformas inovadoras, para coordenar o trabalho individual e coletivo, de professores e alunos, com atividades síncronas, aquela que acontece remotamente onde o aluno precisa esta presente no momentos que a aula começa. E e assíncronas, aquela que a aula é gravada e disponibilizada para ser vista em a qualquer momento. Ambas respeitam fluxos e processos, com cronogramas pré-aula, aula e pós-aula. 

Na live Elizabeth Freitas comenta que o  maior esforço é transformar cursos presenciais em cursos digitais, com conteúdos na nuvem, novos processos para o ambiente educacional digital e remoto, treinamento de professores, infraestrutura de acesso (banda, computadores etc), um trabalho gigante e multidisciplinar que integrou squads acadêmicos e as comunidades no raio de influência das instituições de ensino.

Todos concordaram  que o comportamento das pessoas tem mudado e seguirá mudando na busca de uma nova normalidade. Isso faz com que os modelos de análise de dados, referenciados em históricos, precisem ser revistos e aperfeiçoados, com mais agilidade e em janelas mais curtas de coleta de dados. Tudo isso, sem esquecer que estamos falando de comportamento e, consequentemente, de pessoas. Então o desafio é estudar dados para entender e servir pessoas.

Por fim, as instituições enfrentam uma questão de mindset cultual e apesar dos desafios, às instituições, alunos e colaboradores continuam se adaptando e transformando a realidade. Detalhes e problemas técnicos não parecem ter parado a força que tem a educação.

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Marketing Digital Transformação Digital

Transformação Digital de Fora para Dentro

Quando as pessoas falarem, escute com integridade. A maioria das pessoas nunca escuta. – Ernest Hemingway

Para quem ainda não mergulhou fundo na questão, recomendo que comece (ou acelere) a sua transformação digital de fora para dentro. Aliás, este é o princípio de ouro da comunicação: primeiro escutar e só depois falar.

A transformação digital já começou para todo mundo há muito tempo. Foi um movimento inevitável, na verdade. A diferença é que algumas empresas compreenderam e assimilaram novas lógicas mais rapidamente e com maior profundidade, e empreenderam os avanços culturais exigidos antes que suas concorrentes.

Essas empresas, várias delas líderes de mercado, mudaram processos, rotinas, sistemas, formas de relacionamento com clientes e fornecedores, os canais de comunicação, e investiram em tecnologias. Já outras, talvez a grande maioria, apenas foram se adaptando às novidades inevitáveis, mas seguiram mais ou menos o que faziam antes.

O choque provocado pela pandemia do COVID-19 elevou a necessidade de transformação digital à categoria de medida de sobrevivência. Em alguns segmentos tornou-se emergencial. Três anos em três meses é o que muitos afirmam.

Acontece que, em maior ou menor medida, todos nós já havíamos embarcado no digital. Na prática, todos possuem websites ou canais em mídias sociais, aplicativos para celulares, registros de clientes em sistemas de CRM, mesmo que precários.

O fato é que esses canais registraram dados dos relacionamentos com usuários ao longo de anos e formaram um imenso legado. Esses dados são uma espécie de “pássaro azul”, uma grande riqueza menosprezada, mas bem ali a nossa disposição, dentro de casa. Esses registros são os ouvidos digitais das organizações.

A comunicação tem a oportunidade de fazer uma grande diferença. Os comunicadores podem fornecer a matéria-prima das mudanças necessárias ao momento. Basta usar o legado de dados já coletados pelos canais. O mapa da mina está na mão.

Ao contrário dos clássicos projetos de transformação digital, estes de agora não devem mais nascer na mesa dos projetistas. É hora de começar pela escuta, ou seja, pelos dados disponíveis.

Qual página do website é a mais visitada? Quais as queixas registradas em mídias sociais? Qual o perfil do usuário que mais visita cada canal? Eles são os mesmos usuários registrados no CRM da empresa? Qual serviço não é utilizado? E mais: qual o horário das consultas? De qual localidade tenho mais acessos? Que banners de anúncios são os mais e os menos clicados? Que tipo de anúncio digital aumenta minhas visitas ou conversões?

Esses dados indicam produtos que devem ser lançados e para quem, com quais facilidades, lançados em qual prioridade. Indicam quais os segmentos mais rentáveis. Qual o perfil de cada segmento e, a partir dele, qual o melhor caminho para expandir a carteira. Com evitar o churn e aumentar a retenção. Em outras palavras, os registros nos dizem onde está o resultado!

Como se diz em inglês, “first things first”. Os dados dos clientes são o assunto mais importante do momento e devem ser levados em consideração antes das outras coisas. São eles que devem orientar o plano de transformação digital. Mais do que nunca, é a hora certa para os comunicadores assumirem a liderança. A partir da escuta, de fora para dentro.