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RevOps | Revenue Operations: Foco em crescimento pela integração do marketing com a operação do negócio.

Revenue Operations é um novo framework que facilita a integração das operações tecnológicas, ativação de marcas e produtos no mercado, insights a partir dos dados coletados, e as ferramentas necessárias para os negócios, cada vez mais digitalizados.

Um Zygon Talk sobre este importante tema aconteceu no dia 29 de julho e foi mediado por Claudio Cardoso – Consultor Associado da Zygon, com a participação de Paulo Marcelo Lessa – CEO da Solutis, player de tecnologia com ênfase na aceleração digital das empresas, e Fernando Diniz – Head de Digital da Petz, a maior empresa especializada em pets do país. Particularmente, Diniz tem mais de 15 anos de experiência em desenvolvimento de software, focado em arquitetura e soluções escaláveis, transformação digital, agilidade e times de alta performance. Lessa é ex-CEO da Capgemini do Brasil e um dos maiores nomes brasileiros quando o assunto é desenvolvimento de software.

Merecem destaque os seguintes temas que foram abordados:

  1. Integração do relacionamento com o cliente e a operação do negócio.
  2. Ferramentas e tecnologias é o meio. 
  3. Escalabilidade de negócio.
  4. Desafios principais da transformação digital.
  5. Operação digital e física em sintonia.
  6. Customer centric.
  7. Omnichannel.

Não deixe de assistir a esta live pelo YouTube

Durante a live, Diniz comentou que atualmente a realidade digital é cotidiana. Deste modo, a tecnologia se tornou uma commodity. Para se diferenciar no mercado e ganhar escala é preciso montar uma equipe de tecnologia envolvida e dedicada exclusivamente ao negócio.

Na mesma direção, Lessa completa: a tecnologia existe para facilitar a vida das pessoa. Antes, a tecnologia se limitava aos ambientes empresariais. Hoje, a realidade é vista de outra forma, onde o cliente está no centro das decisões. Com a pandemia ficou ainda mais evidente que a tecnologia é capaz sustentar todo o negócio e que, sem dúvida, é um diferencial competitivo no mercado quando o digital está integrado à tecnologia. Aí temos um cenário ideal para alavancar negócios. 

Todos concordam que a cultura e um mindset ágil nas organizações são importantes fatores que auxiliam na transformação digital, onde as pessoas estão dedicadas a entregar valor com o menor custo de operação possível. E que, além da cultura interna, não podemos descartar a importância da integração do negócio com a jornada do cliente, de forma a compreender e orientar a entrega. Por fim, podemos afirmar que RevOps proporciona uma visão holística do negócio. 

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Os Novos Modelos de Negócios das CommTechs

O talk aconteceu no dia 15 de julho e foi mediado por Cristiane Rebouças, Head of Strategy na Zygon, e teve como convidados Pedro Cadina – CEO da VIANEWS Latin America, e Daniel Queiroz – Presidente da Fenapro COO do Grupo Duca.

Os principais temas abordados foram:

  1. A importância da cultura data-drive.
  2. Transformação digital para as agências de comunicação.
  3. Marcas não podem se isolar.
  4. O impacto da pandemia nas agências nacionais e internacionais.
  5. O poder que o consumidor tem sobre as decisões de comunicação das marcas.

Durante a live, Pedro Cadina comenta sobre a mudança do trabalho presencial para o online e afirma que a cultura data-drive da Vianews, ajudou a navegar por esse mar de incertezas que estamos vivendo. Seguindo essa mesma linha de raciocínio, Daniel Queiroz comenta que dados e tecnologia ajudam a diminuir os impactos e a imprevisibilidade do dia a dia de trabalho nas agências. 

Hoje as mídias propõem uma interação do consumidor, onde diversos touchpoints e canais empoderam os clientes e abrem um diálogo com as marcas, permitindo que opinem sobre o que consomem, como consomem e porque consome. E é aí que está o desafio desse universo conectado. 

Se de um lado temos mais canais de comunicação para anunciar e propagar a mensagem, por outro lado temos um consumidor mais ativo e com o poder de decidir o sucesso ou o fracasso de uma campanha.

Por fim, diante dos múltiplos canais, há uma crescente demanda de marcas interessadas em serviços de comunicação atrelados a dados e tecnologia, principalmente para o gerenciamento de crise. 

Durante a live, todos concordam que estamos vivendo um momento de grandes oportunidades e ao mesmo tempo de desafios. A notícia boa é que as agências estão voltando a atuar no patamar de decisão (C-level) justamente por conta dessa velocidade de propagação e impacto das mensagens.

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Como dados ajudam na visão única do cliente

O talk aconteceu no dia 8 de julho e foi mediado por Urbano Sampaio, CEO da Zygon, e teve como debatedores Daniela Ferro – Diretora na WMcCann, no Kolab (Lab da Coca-Cola Company Brasil), e Bertoldo Prellwitz – Head de Parcerias da Tail.

Durante a live Daniela Ferro comentou que desde 2013 a Coca-Cola entendeu a necessidade de ter uma visão unificada sobre os dados. Desde então, a marca centralizou todas as  agências de comunicação e áreas mais específicas como, Data Science, Social Intelligence e Media Performance, para se trabalhar de forma otimizada no gerenciamento de informações e dados da Coca-Cola.

Os principais temas abordados foram:

  1. Integração das bases de dados: Dados centralizados geram mais resultados.
  2. Uso de dados comportamentais, através de Plataformas de Gerenciamento de Dados (DMP), para a realização de estratégias digitais em prol da experiência personalizada do consumidor.
  3. Integração on e offline: A importância da unidade de comunicação das marcas.
  4. Volume de dados vs. capacidade da análises de dados.
  5. Transformação digital.
  6. LGPD e a transparência dos dados. 

Em um determinado momento da live Bertoldo comentou sobre a importância de se analisar dados mais frescos, em janelas mais curtas de tempo. Essa ação colabora para que marcas ganhem vantagens ao atender demandas específicas, aproveitando oportunidades e agindo de forma assertiva na comunicação.

Apesar da diversidade de tecnologias, todos concordaram que, no final do dia, quem acelera e impulsiona a transformação é o consumidor, e a tecnologia é um dos meio de oferecer serviços e ofertas adequadas para as pessoas. Com a transformação digital, os consumidores mudaram o hábito de comprar e descartaram modelos que não cabem mais agora.

A live ainda destacou que os consumidores estão mais exigentes e que, por isso, grande marcas, que possuem um leque extenso de produtos e um público com diversos tipos de perfis comportamentais, fazem uso de plataformas que armazenam dados, a fim de entregar uma experiência única para o usuário e uma comunicação que gere impacto na vida dos consumidores. 

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Jornada do consumidor Ztalk

Principais pontos sobre a Transformação Digital no Varejo

O talk aconteceu no dia 1 de julho e foi mediado por Lucas Reis, CEO da Zygon, e teve como debatedores Laureane Cavalcanti, Consultora e Sócia da DeepDive, e Diego Marcondes, Head de Marketing da Ancar Ivanhoe.

Os principais temas abordados foram:

1. Aceleração de tendências no mercado de varejo.

2. Os pilares da transformação digital no varejo.

3. Mudança nos hábitos de consumo.

4. Origem de um novo ecossistema de negócio.

5. Jornada do consumidor omnichannel.

6. Relação dos shoppings no cotidiano dos brasileiros.

7. Relevância dos Shoppings no ambiente digital.

Assista a live completa.

Durante a live foi apresentado o radar do varejo, feito pela Zygon em parceria com a DeepDive, com diversos dados a percepção do consumidor neste momento da pandemia e suas expectativas futuras, as principais mudanças de hábitos que têm acontecido durante a pandemia e como os varejistas têm enxergado o cenário.

Laureane, em uma de suas falas, destacou o papel relevante que os shopping têm na vida dos brasileiros, para além de exclusivamente um centro de compras, mas também como um local de socialização e entretenimento. Esse espaço deve permanecer após o período de isolamento.

Diego destacou que o uso de metodologias ágeis e flexíveis, dentro de um mindset de startup, devem guiar as ações dos varejistas neste momento, levando relevância e competitividade no ambiente online, e exemplificou as ações que o grupo Ankar Ivanhoe tem tomado nos últimos meses.

Na live ficou evidente que há uma alta expectativa das pessoas em torno da abertura dos shoppings e sob o retorno gradativo das atividades comerciais, que o processo de transformação digital ocorre no longo prazo, mas que a pandemia acelerou esse processo, cobrando entregas rápidas (quick wins) e rápida flexibilidade por parte das empresas. Os varejistas que tinham pouca atuação online, estão aprendendo na prática como ampliar o seu digital, enxergando a jornada do consumidor omnichannel (canais on e offline) para melhor atendê-lo no momento atual, e nos que virão.

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A importância dos dados na inteligência empresarial

No dia 17 de junho, promovemos uma live sobre a importância dos dados para as empresas e o lugar de destaque que ocupam no planejamento das estratégias. Contamos com a presença de figuras importantes como Rafael Cavalcante, Superintendente Executivo e Head de Data Science do Bradesco, e André Piotto, Engineering Software da Tableau, líder mundial de software para visualização de dados.

Na live ficou evidente que o dado se tornou um componente imprescindível para as tomadas de decisões e que cada vez mais os negócios buscam fortalecer sua base analítica.

Com isso destaco os cinco principais pontos tratados:

  1. Democratização dos dados, empoderar pessoas para usá-los e tomar melhores decisões. 
  2. Cultura de inovação. 
  3. Ciclo dos dados: coleta, preparação, limpeza, visualização e análise preditiva de dados.
  4. A importância de ser um profissional analítico. 
  5. Aplicação da ciência de dados para o marketing com foco na jornada do cliente.

Evidentemente a capacidade analítica, tomou proporções antes não imaginada. “Nunca vi tantas pessoas olhando para os dados neste momento e a tendência é isso se tornar cada vez mais comum” afirma Rafael Cavalcante

Num determinado momento da live André Pioto comenta que dado é o novo oxigênio e nesse mesmo ponto complementa que a Tableau busca incentivar cada vez mais o acesso de pessoas a visualização e manipulação de dados, de maneira simples. A intenção é empoderar o usuário final e incentivar uma cultura data-drive.

Por fim a live contou com um overview completo sobre a proporção que os dados vêm tomando no dia a dia das corporações, como eles nos auxiliam de forma preditiva nas tomadas de decisões e o cuidado que devemos ter com a proteção dos mesmos.

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Marketing Digital Transformação Digital Ztalk

LIVE – Marketing Digital para Educação: veja os pontos mais importantes.

No dia 05 de junho, promovemos uma live sobre transformação digital aplicada ao setor educacional. Trouxemos para o Ztalks participantes que atuam em dois dos maiores grupos do setor, como a Elizabeth Freitas da Ânima Educação e o Bruno Moura do grupo Ser Educacional.

A live conta com um overview completo sobre a Transformação Digital acelerada por conta da pandemia e da necessidade de oferecer serviços remotamente. 

Destaque a assuntos como:

  • A transformação digital, o raio X completo da realidade vivida pelas instituições.
  • A abordagens de aspectos macro como tecnologia, infraestrutura e desigualdade da educação. 
  • Os desafios culturais enfrentados pelos usuários.
  • Temas como LGPD no meio educacional.
  • A importância de uma visão unificada e horizontal dos setores para a transformação digital.

Também aprofundamos em conceitos como entendimento do que é uma educação em plataformas digitais. Mais do que EAD, a educação está se aprimorando, integrando plataformas inovadoras, para coordenar o trabalho individual e coletivo, de professores e alunos, com atividades síncronas, aquela que acontece remotamente onde o aluno precisa esta presente no momentos que a aula começa. E e assíncronas, aquela que a aula é gravada e disponibilizada para ser vista em a qualquer momento. Ambas respeitam fluxos e processos, com cronogramas pré-aula, aula e pós-aula. 

Na live Elizabeth Freitas comenta que o  maior esforço é transformar cursos presenciais em cursos digitais, com conteúdos na nuvem, novos processos para o ambiente educacional digital e remoto, treinamento de professores, infraestrutura de acesso (banda, computadores etc), um trabalho gigante e multidisciplinar que integrou squads acadêmicos e as comunidades no raio de influência das instituições de ensino.

Todos concordaram  que o comportamento das pessoas tem mudado e seguirá mudando na busca de uma nova normalidade. Isso faz com que os modelos de análise de dados, referenciados em históricos, precisem ser revistos e aperfeiçoados, com mais agilidade e em janelas mais curtas de coleta de dados. Tudo isso, sem esquecer que estamos falando de comportamento e, consequentemente, de pessoas. Então o desafio é estudar dados para entender e servir pessoas.

Por fim, as instituições enfrentam uma questão de mindset cultual e apesar dos desafios, às instituições, alunos e colaboradores continuam se adaptando e transformando a realidade. Detalhes e problemas técnicos não parecem ter parado a força que tem a educação.