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Mídia programática

5 ganhos que a mídia programática traz para sua campanha

A mídia programática é a forma mais usada pelos anunciantes no Brasil e no mundo. Ao automatizar a veiculação de anúncios de acordo com o perfil das audiências, a programática otimiza o orçamento das campanhas, facilita seu o processo de planejamento e operação, além de tornar mais fácil a mensuração de resultados.

São vários os ganhos do uso de mídia programática por anunciantes de diferentes portes e setores de atuação, mas podemos resumi-los em cinco principais.

Grande acesso a inventário: existe uma infinidade de sites e aplicativos que são acessados pelo seu público alvo. Com a mídia programática, sua campanha ganha milhares de novas oportunidades de impactar seu target em diferentes momentos do dia.

Segmentações assertivas: uma campanha de programática pode usar dados comportamentais (pessoas que se interessam por um assunto), demográficas (gênero, idade etc), geográficas (estado, cidade, bairro etc), financeiras (renda, se possui dívidas etc) e de intenção de compra. Isso possibilita que sua campanha apareça apenas para quem tem interesse no que você está anunciando.

Brand Safety: o anunciante tem várias camadas de controle sobre onde sua marca aparecerá numa campanha de programmatic. Desde uso de wishlists e blocklists (sites/apps em que quero ou não aparecer, respectivamente), bloqueio de termos (não anunciar em páginas que usem determinadas palavras) e uso de inteligência artificial para evitar a exibição em páginas de conteúdo duvidoso.

Mensurabilidade: todos os resultados de uma campanha podem ser acompanhados em tempo real. Desde quantos cliques recebi ou quanto da verba já usei. Com mídia programática, é possível ter total controle sobre a performance da campanha e otimizá-la rapidamente.

Vários formatos de anúncios: uma mesma campanha de mídia programática pode usar anúncios em vídeo, display, rich media, native, search e social, ampliando as possibilidades de se comunicar com seu público e de levá-lo à conversão desejada.

Para obter o máximo dessas possibilidades, é preciso um bom planejamento e acompanhamento. Caso queira saber q melhor forma de usar mídia programática em suas campanhas, fale conosco pelo Whatsapp.

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Data driven Research

Pesquisa da Zygon usando Big Data mostra que movimento antirracista cresceu 46% no Brasil após a morte de George Floyd

Três meses após a morte do afro-americano George Floyd, que teve seu pescoço pressionado por mais de oito minutos pelo joelho de um policial branco nos Estados Unidos no dia 25 de maio, pesquisa inédita realizada pela Zygon AdTech aponta que onda de manifestações geradas pelo fato fez crescer em 46% o engajamento ao movimento antirracista no Brasil.

Feito com metodologia de Big Data, o levantamento analisou 9,7 milhões de menções únicas às hashtags #BlackLivesMatter e #VidasNegrasImportam na twittosfera brasileira. As publicações coletadas chegaram ao pico de 68 mil por hora em 3 de junho e receberam mais de 100 milhões de retweetes.

Antes x Depois

Iniciado no dia 12 de maio, véspera da celebração da Abolição da Escravatura no Brasil, o estudo analisou o engajamento, perfil dos usuários e conteúdos antirracistas repercutidos no Twitter em quatro fases diferentes. São elas: anterior ao caso do George Floyd (12/05 a 26/05), pico do caso (27/05 a 07/06), pós-pico (08/06 a 19/06) e o “novo normal” do movimento (de 20/06 a 19/07). Apesar de o americano ter sido assassinado em 25 de maio, a repercussão à sua morte se iniciou apenas dois dias depois.

Com isso, foi possível perceber que, mesmo após o pico de repercussão do caso na mídia, a média de publicações diárias relacionadas ao movimento antirracista teve um incremento de 46%, passando de 8,2 mil no início da análise para 12,1 mil no final do período, considerado o “novo normal”.

Vale ressaltar que apesar de ter um sido um gatilho para o aumento da discussão sobre a questão racial no Brasil, apenas 7,7% do total de publicações sobre o tema citavam o nome de George Floyd diretamente. Isso porque, entre os assuntos mais populares figuram violência (28,9%), racismo (22,6%) e manifestações de rua (15,4%).

Perfil de público

Outro dado interessante identificado no estudo antirracismo produzido pela Zygon é a presença de adolescentes fãs de cultura oriental (K-pop ou mangá) entre os 10 usuários mais retuitados. Quatro das menções mais populares foram publicadas por esse perfil de usuário, que figura no topo junto com ativistas do movimento negro e perfis ligados a grupos de mídia e entretenimento.

“A discussão antirracista mudou de patamar no Brasil, e este estudo ajuda a quantificar isso. Achamos que é importante pra sociedade que esse assunto tenha maior repercussão, e ficamos orgulhosos em contribuir para esse debate com um estudo feito por uma equipe majoritariamente formada por pessoas negras e que atuam em funções-chave, como data engineer, data analyst e coordenador de pesquisa”, diz Lucas Reis, CEO da Zygon AdTech, que é uma startup de tecnologia, especializada em Big Data, mídia programática e analytics, fundada em 2016.

O relatório completo está disponível abaixo:
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Analytics Business intelligence

BI para Varejo: como ver rapidamente o desempenho das vendas das minhas lojas com Tableau?

Varejo tem um ritmo acelerado. Tudo pode mudar rapidamente, seja por conta do movimentos de concorrentes ou de clientes. Além disso, esse setor é uma máquina de geração de dados. Como fazer os dados disponíveis gerarem rapidamente insights para decisões de diferentes gestores?

Para isso, a Zygon usa a metodologia Data eZ (dados fáceis, em inglês) usando ferramentas de Business Intelligence como o Tableau. No vídeo acima, mostramos em menos de 5 minutos como é possível montar um relatório completo, detalhado, interativo e que pode ser usado facilmente mesmo por pessoas sem nenhum conhecimento de BI.

A visualização e análise de dados gera um valor imenso para os negócios, desde que seja acessível para todos que concebem ou executam as estratégias. Por isso, apostamos na metodologia Data eZ para fazer nossos clientes fazerem mais com dados.

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Right message to right customer Ztalk

Principais pontos sobre a Transformação Digital no Varejo

O talk aconteceu no dia 1 de julho e foi mediado por Lucas Reis, CEO da Zygon, e teve como debatedores Laureane Cavalcanti, Consultora e Sócia da DeepDive, e Diego Marcondes, Head de Marketing da Ancar Ivanhoe.

Os principais temas abordados foram:

1. Aceleração de tendências no mercado de varejo.

2. Os pilares da transformação digital no varejo.

3. Mudança nos hábitos de consumo.

4. Origem de um novo ecossistema de negócio.

5. Jornada do consumidor omnichannel.

6. Relação dos shoppings no cotidiano dos brasileiros.

7. Relevância dos Shoppings no ambiente digital.

Assista a live completa.

Durante a live foi apresentado o radar do varejo, feito pela Zygon em parceria com a DeepDive, com diversos dados a percepção do consumidor neste momento da pandemia e suas expectativas futuras, as principais mudanças de hábitos que têm acontecido durante a pandemia e como os varejistas têm enxergado o cenário.

Laureane, em uma de suas falas, destacou o papel relevante que os shopping têm na vida dos brasileiros, para além de exclusivamente um centro de compras, mas também como um local de socialização e entretenimento. Esse espaço deve permanecer após o período de isolamento.

Diego destacou que o uso de metodologias ágeis e flexíveis, dentro de um mindset de startup, devem guiar as ações dos varejistas neste momento, levando relevância e competitividade no ambiente online, e exemplificou as ações que o grupo Ankar Ivanhoe tem tomado nos últimos meses.

Na live ficou evidente que há uma alta expectativa das pessoas em torno da abertura dos shoppings e sob o retorno gradativo das atividades comerciais, que o processo de transformação digital ocorre no longo prazo, mas que a pandemia acelerou esse processo, cobrando entregas rápidas (quick wins) e rápida flexibilidade por parte das empresas. Os varejistas que tinham pouca atuação online, estão aprendendo na prática como ampliar o seu digital, enxergando a jornada do consumidor omnichannel (canais on e offline) para melhor atendê-lo no momento atual, e nos que virão.

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Data driven Marketing Digital tecnologia

Cientista de dados: a Profissão mais Sexy do Mundo

Há alguns anos publiquei “o discreto charme dos estatísticos”, um breve texto que exaltava, em abril de 2017, a importância do uso intensivo de dados na comunicação. Sou daquele tipo que nunca relê o que escreve, nem assiste aos próprios vídeos que grava. Confesso esse hábito, mesmo que deixe transparecer certo desleixo, já que pilotei um programa de entrevistas sobre comunicação empresarial por cinco anos na TV. Não lembro de ter assistido a mais de 30 segundos de nenhum dos meus próprios programas. Contra este padrão de comportamento, reli na semana passada o “o discreto charme”.

Desta vez, até que gostei do que havia escrito e decidi, então, praticamente republicar o antigo texto com pequenas atualizações, pois o assunto anda quente, na ordem do dia. O fato é que a frase de Thomas Davenport, “o cientista de dados é a profissão mais sexy do século XXI”, continua valendo. Talvez mais do que nunca. O autor do célebre “A Ecologia da Informação” de 1997, papa quando o assunto é análise de dados e gestão do conhecimento, este sim, merece ser lido e relido.

Cientistas de dados, os antigos estatísticos só que muito mais bem equipados, usam seus conhecimentos e habilidades para analisar e correlacionar informações em bases de dados e delas extrair insights para alegria dos clientes, sejam eles um banco, um grupo de pesquisa científica, ou uma agência de comunicação.

Dentre as suas competências estão a análise de dados, a gestão das bases de dados – atividade que inclui o cuidado com a coleta, a organização, classificação e qualificação das informações – o domínio de softwares especialistas, o desenvolvimento de modelos estatísticos e de algoritmos capazes de interpretar correlações e também aprender, além de grande capacidade para comunicar suas descobertas. 

Um dos campeões deste mundo foi o médico sueco Hans Rosling, falecido precocemente no início de 2017, aos 68 anos. Dentre muitas contribuições, sua forma de demonstrar análises sofisticadas de modo lúdico e simples se tornaram fonte de inspiração para cientistas e amantes da informação em todo o mundo. Suas apresentações no TED explicam de forma sucinta e prática o que faz um cientista de dados, no seu melhor.

A forte demanda por cientistas de dados entre 2012 e 2017 – o número de empregos de cientista de dados no LinkedIn aumentou mais de 650% no período (KDnuggets, 2018) – tem sido reduzida pela intensificação dos investimentos em Machine Learning e Inteligência Artificial, uma vez que o uso de grandes bases de dados de forma bem estruturada e sistemática tem possibilitado a automação das interpretações. Esta automação resulta em disparo de alertas, seleção de casos excepcionais, predições que ajudam alinhamento de estoques ou intensificação de investimentos específicos, e análises inteligentes dos resultados de campanhas empreendidas por AdTechs. Entre 2017 e 2019 o crescimento foi bem menor, na ordem de 30% (KDnuggets, 2020).

Por outro lado, o déficit de profissionais com melhor qualificação, combinado a alta demanda por habilidades em ciência de dados, significam que a contratação e a manutenção de equipes se tornam ainda mais difíceis para pequenas e médias empresas. Estas não conseguirão oferecer salário competitivos. A solução deve vir da qualificação das agências de comunicação – MarTechs, AdTechs, CommTechs – com maior domínio em tecnologias e capacidade de escalar a oferta de serviços para as menores.

O Gartner prevê que a falta geral de recursos de ciência de dados resultará em um número crescente de desenvolvedores envolvidos na criação e gerenciamento de modelos de aprendizado de máquina (Survey Gartner CIO, 2019). Os números não mentem. A receita de anúncios do Google ultrapassa 134 bilhões de dólares, sendo que somente o Youtube contribui com 15 bilhões. O Facebook tem dois bilhões de usuários que lhe garantem quase dois bilhões de dólares de faturamento em anúncios programáticos, um dólar para cada usuário. Mais de 50% das empresas afirmam que as mídias sociais são importantes para seus negócios. Por sua vez, a Amazon fatura cerca de 300 bilhões de dólares em vendas.

E o que faz um cientista de dados nos departamentos de comunicação, nas novas agências de publicidade e, crescentemente, nas agências de relações públicas? No mundo digital, onde bilhões de transações de todos os tipos são registradas todos os dias, este profissional realiza o mais antigo e valioso sonho de qualquer comunicador: compreender a jornada do cliente, descobri os melhores canais, em cada localidade, ou qual a mídia mais eficiente. 

As ferramentas de análise de dados estão cada mais eficientes e completas. As organizações que criaram seus grupos de inteligência de dados, ou aquelas que estabeleceram parcerias com agências de comunicação de base tecnológica, têm tomado a dianteira e se distanciado das concorrentes com muita rapidez. Mais do que nunca, é hora de valorizar o discreto charme dos estatísticos. 

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Analytics Business intelligence

Zygon é Tableau Partner, líder mundial em Data Analytics!

We go ahead! Reafirmando o nosso compromisso em ser uma empresa que oferece todas as soluções em dados, tecnologia e mídia digital para anunciantes, agências e veículos, ficamos felizes em anunciar que a Zygon agora faz parte, oficialmente, do seleto grupo de Tableau Partners!

A Tableau, empresa norte-americana fundada por três PhDs de Stanford apaixonados por dados, é a plataforma líder global em soluções para business intelligence e tem como missão  “ajudar as pessoas a ver e a entender seus dados” e assim potencializar o valor gerado pela análise de dados nas organizações.  

Os softwares da Tableau ampliam a oferta de soluções que a Zygon oferece em Data Analytics, somando-se ao desenvolvimento de algoritmos para extração e análise de dados, estruturação de data warehouses e social listening. Todos esses serviços têm sido demandados por clientes buscando acelerar a sua transformação digital. Ao ser Tableau Partner, a Zygon está habilitada a vender licenças da Tableau, implementar estas soluções para os clientes e/ou fazer a operação diária de Data Analytics. 

Zygon e Tableau compartilham a visão de facilitar o acesso de todos ao poder dos dados. “Assim como a Tableau busca simplificar todo o processo na construção, análise e visualização de dados, a Zygon aplica em todas as suas vertentes a Metodologia eZ (easy, fácil), que facilita a interação das organizações com todas as possibilidades ofertadas pelas tecnologias digitais”.

Quer fazer como as maiores empresas do mundo e tomar decisões orientadas por dados? Agende um momento com nosso time clicando aqui e inicie a sua jornada!