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LIVE – Marketing Digital para Educação: veja os pontos mais importantes.

No dia 05 de junho, promovemos uma live sobre transformação digital aplicada ao setor educacional. Trouxemos para o Ztalks participantes que atuam em dois dos maiores grupos do setor, como a Elizabeth Freitas da Ânima Educação e o Bruno Moura do grupo Ser Educacional.

A live conta com um overview completo sobre a Transformação Digital acelerada por conta da pandemia e da necessidade de oferecer serviços remotamente. 

Destaque a assuntos como:

  • A transformação digital, o raio X completo da realidade vivida pelas instituições.
  • A abordagens de aspectos macro como tecnologia, infraestrutura e desigualdade da educação. 
  • Os desafios culturais enfrentados pelos usuários.
  • Temas como LGPD no meio educacional.
  • A importância de uma visão unificada e horizontal dos setores para a transformação digital.

Também aprofundamos em conceitos como entendimento do que é uma educação em plataformas digitais. Mais do que EAD, a educação está se aprimorando, integrando plataformas inovadoras, para coordenar o trabalho individual e coletivo, de professores e alunos, com atividades síncronas, aquela que acontece remotamente onde o aluno precisa esta presente no momentos que a aula começa. E e assíncronas, aquela que a aula é gravada e disponibilizada para ser vista em a qualquer momento. Ambas respeitam fluxos e processos, com cronogramas pré-aula, aula e pós-aula. 

Na live Elizabeth Freitas comenta que o  maior esforço é transformar cursos presenciais em cursos digitais, com conteúdos na nuvem, novos processos para o ambiente educacional digital e remoto, treinamento de professores, infraestrutura de acesso (banda, computadores etc), um trabalho gigante e multidisciplinar que integrou squads acadêmicos e as comunidades no raio de influência das instituições de ensino.

Todos concordaram  que o comportamento das pessoas tem mudado e seguirá mudando na busca de uma nova normalidade. Isso faz com que os modelos de análise de dados, referenciados em históricos, precisem ser revistos e aperfeiçoados, com mais agilidade e em janelas mais curtas de coleta de dados. Tudo isso, sem esquecer que estamos falando de comportamento e, consequentemente, de pessoas. Então o desafio é estudar dados para entender e servir pessoas.

Por fim, as instituições enfrentam uma questão de mindset cultual e apesar dos desafios, às instituições, alunos e colaboradores continuam se adaptando e transformando a realidade. Detalhes e problemas técnicos não parecem ter parado a força que tem a educação.

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